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Comitê gestor do Programa Criança Feliz se reúne com novos membros

04/04/2019 - Texto: Cláudio Duarte / Fotos: Carlessandro Souza

Aconteceu na manhã desta quinta, 4, na sala de reuniões da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (SETDES) a primeira reunião do comitê Gestor Intersetorial do Programa Criança Feliz de 2019. O evento teve o objetivo de recepcionar os novos membros do comitê e fazer uma avaliação dos trabalhos e ações desenvolvidas pelo Programa até o momento.

O Comitê Gestor Intersetorial é um espaço de articulação formado por representantes das políticas envolvidas no Programa Assistência Social, Educação, Saúde, Cidadania e Justiça, e Cultura. Entre os novos nomes que compõem o comitê estão a representante da secretaria de Educação, Juventude e Esportes, Fernanda da Silva Cerqueira; secretaria da Saúde, Jailza da Rocha Guedes; secretaria da Cidadania e Justiça, Andreia das Neves Seles, e a própria SETDES, com o gerente  de Proteção Social Básica Matheus Macedo Botas.

O gestor da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setdes), Messias Araújo, presente à reunião, após dar as boas vindas aos novos membros, falou sobre a importância do Programa Criança Feliz (PCF) para o futuro das novas gerações. “Os cuidados com a primeira infância, proporcionado pelo Programa Criança Feliz, fortalecem os vínculos familiares e farão a diferença no futuro dos nossos jovens. Precisamos levar esses cuidados a todas as crianças do Tocantins”, destacou o secretário.

A coordenadora do PCF no Tocantins, Katilvânia Guedes, apresentou os números oficiais das execuções do Programa no Tocantins em 2018. “Foram 6.327 crianças visitadas em 51 municípios. Esses números nos estimulam e devem ser diferencial no fortalecimento dos vínculos dessas famílias”, apontou ela, relatando também que desde que o Tocantins aderiu ao Programa foram visitadas 1.465 gestantes, totalizando 6.203 famílias atendidas.

O Programa

O Programa tem como foco o desenvolvimento integral das crianças brasileiras, principalmente daquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade social. O principal objetivo é assegurar as condições para que elas desenvolvam seu pleno potencial. Para isso, há uma estratégia de visitação domiciliar que visa atender famílias com crianças de até três anos de idade. No caso de crianças em situação de extrema pobreza ou necessidades especiais, o apoio se estende até os seis anos de idade, além das gestantes.

 

 

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